Francisco Furtado defende transmissão do legado do 4 de Fevereiro às novas gerações
A ousadia dos combatentes do 4 de Fevereiro de 1961 “deve ser relembrada, preservada e transmitida às novas gerações”, defendeu, na quarta-feira (04.02), em Cabinda, o ministro de Estado e Chefe da Casa Militar do Presidente da República, Francisco Furtado.

Francisco Furtado, que discursava no acto central das celebrações do 4 de Fevereiro de 1961, salientou que “nunca nos devemos esquecer que, há 65 anos, um grupo de jovens combatentes corajosos empunhou catanas para enfrentar a polícia repressiva e as tropas coloniais portuguesas fortemente armadas”.
Segundo o ministro de Estado, o desejo ardente de ver Angola livre da opressão colonial falou mais alto do que o medo, tornando aqueles combatentes símbolos de coragem, sacrifício e patriotismo.
“A celebração anual do 4 de Fevereiro constitui uma justa e permanente homenagem a estes filhos de Angola, que nos legaram, pelo seu exemplo vivo, o significado da luta pela bandeira nacional e o elevado custo da liberdade”, sublinhou.
JORNAL DE ANGOLA




