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Bem-vindo ao website oficial da Embaixada da República de Angola na República  Árabe do Egipto. Aqui irá encontrar uma variedade de informações acerca de Angola, incluindo viagem, turismo, negócios e economia e o Governo de Angola.A Embaixada de Angola tem a nobre tarefa de desenvolver e fortalecer mais ainda as relações bilaterais existentes entre o Egipto e Angola, nomeadamente as relações politicas, assim como a cooperação nos campos de economia e comércio, cultura, ciência e pesquisa, educação e turismo.Antonio da Costa Fernandesé o Embaixador de Angola para o Egipto,Irão, Iraque, Síria, Oman, Líbano, Jordânia e  Iémenambassy95


VISTOS SECÇÃO

A Secção Consular da Embaixada da República de Angola na República Árabe do Egipto tem a missão de prestar assistência consular aos cidadãos angolanos residentes no Egipto, Irão, Iraque, Síria, Oman, Líbano, Jordânia e no Iémen. Read more ...

SECÇÃO CONSULAR

A Secção Consular da Embaixada da República de Angola na República Árabe do Egipto tem a missão de prestar assistência consular aos cidadãos angolanos residentes no Egipto, Irão, Iraque, Síria, Oman, Líbano, Jordânia e no Iémen. Read more ...

VIAJAR PARA ANGOLA

Angola cultural etiquette requires you to understand some of the Angolans cultural related issues such as meals, gender equality, stereotypes social and work lives, whose rules may leave you perplexed. Read more...

INVESTIMENTO ESTRANGEIRO

Mais de cem projectos de investimento estrangeiro foram aprovados nos últimos anos, atingindo uma verba superior aos 737 milhões de dólares. Read more........
  • paulo dias de novais 1 Território habitado já na Pré-história como atestam vestígios encontrados nas regiões das Lundas, Congo e o deserto do Namibe, apenas milhares de anos mais tarde, em plena proto-história, receberia povos mais organizados. Os primeiros a instalarem-se foram os bochmanes - grandes caçadores, de estatura pigmóide e claros, de cor acastanhada.

    No início do século VI d.C., povos mais evoluídos, de cor negra, inseridos tecnologicamente na Idade dos Metais, empreenderam uma das maiores migrações da História. Eram os Bantu e vieram do norte, provavelmente da região da actual República dos Camarões. Esses povos, ao chegarem a Angola, encontraram os Bochmanes e outros grupos mais primitivos, impondo-lhes facilmente a sua tecnologia nos domínios da metalurgica, cerâmica e agricultura. A instalação dos Bantu decorreu ao longo de muitos séculos, gerando diversos grupos que viriam a estabilizar-se em etnias que perduram até aos dias de hoje.

    Em 1484 os portugueses atracaram no Zaire, sob o comando do navegador Diogo Cão, a partir deste marco os portugueses passaram a conquistar não apenas Angola, mas África. Já instalada a primeira grande unidade política do território, passaria à história como Reino do Congo, os portugueses estabeleceram aliança. A Colónia portuguesa de Angola formou- se em 1575 com a chegada de Paulo Dias de Novais com 100 famílias de colonos e 400 soldados. Paulo Dias de Novais foi o primeiro governador português a chegar a Angola, que tinha como principais acções explorar os recursos naturais e promover o tráfico negreiro (escravatura) formando um mercado extenso.

    A partir de 1764, de uma sociedade esclavagista, passou-se gradualmente a uma sociedade preocupada em produzir o que consumia. Em 1850, Luanda já era uma grandecidade, repleta de firmas comerciais e que exportava conjuntamente com Benguela, óleos de palma e amendoim, cera, goma copal, madeiras, marfim, algodão, café e cacau, entre outros produtos. Milho, tabaco, carne seca e farinha de mandioca começariam igualmente a ser produzidos localmente. Estava a nascer a burguesia angolana.

     Entretanto, em 1836, o tráfico de escravos era abolido e em 1844, os portos de Angola seriam abertos aos navios estrangeiros. Com a conferência de Berlim, Portugal viu-se na obrigação de efectivar de imediato a ocupação territorial das suas Colónias. O território de Cabinda, a norte do rio Zaire, seria também conferido a Portugal, graças à legitimidade do Tratado de Protectorato de Simulambuko, assinado entre os reis de Portugal e os príncipes de Cabinda, em 1885. Depois de uma implantação morosa e complicada, o final do século XIX marcaria a organização de uma administração colonial directamente relacionada com o território e os povos a governar. Na economia, a estratégia colonial assentava na agricultura e na exportação de matérias-primas. O comércio da borracha e do marfim, acrescido pela receita dos impostos tomados às populações, gerava grandes rendimentos para Lisboa.

    O fim da monarquia em Portugal em 1910 e uma conjuntura internacional favorável levariam as novas reformas ao omínioadministrativo, agrário e educativo. No lano económico, inicia-se a exploração intensiva de diamantes. A DIAMANG (Companhia de Diamantes de Angola) é fundada em 1921, embora operasse desde 1916 na região de Luanda. Com o Estado que se pretende extensivo à Colónia, Angola passa a ser mais uma das províncias de Portugal (Província Ultramarina). A situação vigente, era aparentemente tranquila. No segundo cartel do século XX, esta tranquilidade seria posta em causa com o aparecimento dos primeiros movimentos nacionalistas. Inicia-se a formação de organizações políticas mais explícitas a partir da década de 50 que, de uma forma organizada iam fazendo ouvir os seus gritos. Promovem campanhas diplomáticas no mundo inteiro, pugnando pela independência. O Poder Colonial, não cederia, no entanto, às propostas das forças nacionalistas, provocando o desencadear de conflitos armados directos, a “Luta Armada”. Destacaram-se na “Luta”, o MPLA (Movimento Popular para a Libertação de Angola) fundado em 1956, a FNLA (Frente Nacional para a Libertação de Angola) que se revelou em 1961 e a UNITA (União Nacional para a Independência Total de Angola) que foi fundada em 1966. Depois de longos anos de confrontoso País alcança a independência a 11 de Novembro de 1975.
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     Passados 27 anos da Independência e 41 do início da Luta Armada, eis que a Paz finalmente é consolidada a 4 de Abril de 2002 pelos acordos assinados no Luena, Moxico. 80.000 soldados da UNITA depõem as armas e são integrados na sociedade civil, nas Forças Armadas Angolanas e na Polícia Nacional. A UNITA, é transformada em partido político, tem o seu papel na vida democrática do país. A Reconciliação Nacional e o Processo de Desenvolvimento e Reconstrução Nacional são para o Chefe de Estado, José Eduardo dos Santos, os principais objectivos da paz definitivamente alcançada em 2002, após longos anos de luta e negociações.

     

     

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  • O PENSADOR 

     opensadorA escultura designada O Pensador é uma das mais belas estatuetas de origem tchokwe, constituindo hoje um referencial da cultura inerente a todos angolanos, visto tratar-se do símbolo da cultura nacional. Ela representa a figura de um ancião que pode ser uma mulher ou um homem. Concebida simetricamente, com a face ligeiramente inclinada para baixo, exprime um subjectivismo intencional porque, em Angola, os idosos ocupam um estatuto privilegiado. Os mais velhos representam a sabedoria, a experiência de longos anos e o conhecimento dos segredos da vida.

    Conta-se que O Pensador tem a seguinte origem: No nordeste de Angola existe o cesto de adivinhação, o ngombo, e o adivinhador usa pequenas figuras, esculpidas em madeira, as quais irão determinar a sorte do consulente. Curiosamente, foram estas figurinhas que vieram a inspirar a famosa figura nacional de O Pensador.

    Essa imagem é, hoje, uma figura emblemática de Angola, que aparece inclusive na filigrana das notas de kwanza, a moeda nacional. É considerada uma obra de arte nativa fidedignamente angolana. À semelhança de qualquer figura emblemática de um povo é como, por exemplo, o "Zé Povinho" em Portugal, o "John Bull" na Inglaterra ou o "Tio Sam" nos Estados Unidos é, o Pensador tem origem numa "tradição inventada" ou "convencionada".

    As primeiras figuras de O Pensador foram esculpidas nas oficinas do Museu do Dundo, ao final da década de 40 do século XX. Em 1947, por iniciativa da Diamang, a então Companhia dos Diamantes da Lunda, foi criado na povoação do Dundo um museu de arte tradicional e de colecções arqueológicas e etnográficas. Funcionários da empresa, na maioria belgas e portugueses, contrataram artesãos locais e os incentivaram a esculpir na madeira, ou a modelar no barro, figuras que fossem genuinamente angolanas mas, ao mesmo tempo, que suas formas se aproximassem de uma estética que julgavam ser mais convencional no sentido ocidental.
    Hoje, pode-se adquirir estatuetas de O Pensador em galerias, lojas e feiras de artesanato, em diferentes dimensões e materiais, como lembrança de Angola.


    PALANCA NEGRA GIGANTE

     

    Giant blackA Palanca Negra Gigante (Hippotragus niger, var.) é o mais belo antílope africano. Valoriza-o, ainda mais, além da beleza das formas, o facto de só existir em Angola, e em número escasso, pois a espécie está classificada como em grave perigo de extinção (IUCN, 1996). Sua caça é rigorosamente proibida, como medida de protecção..

    A Palanca Negra Gigante (Hippotragus niger, var.) é o mais belo antílope africano. Valoriza-o, ainda mais, além da beleza das formas, o facto de só existir em Angola, e em número escasso, pois a espécie está classificada como em grave perigo de extinção (IUCN, 1996). Sua caça é rigorosamente proibida, como medida de protecção.

    A palavra Hippotragus deriva da aglutinação dos termos gregos latinizadas "hippo" (que significa cavalo) e tragus (que significa bode ou antílope). Ainda que nada tenha a ver com qualquer perissodáctilo (família dos cavalos), este antílope possui uma cauda longa e cheia, uma cimeira erecta, orelhas longas e pontiagudas e um pescoço largo e quase vertical, que fazem lembrar, efectivamente, o perfil de um equídeo.

    Uma manada de palancas negras, nas orlas das matas que frequentam, é dos mais belos quadros que se pode admirar em Angola, contudo, isso hoje é quase impossível, a não ser em fotografias ou pinturas. Depois de 20 anos sem ser vista, a palanca negra gigante foi redescoberta em 2005, no Kuando Kubango.

    No passado, os cornos da palanca negra eram utilizados como ornamento decorativo. Extraordinariamente longos e robustos, chegam a atingir mais de um metro e meio de comprimento, formando, cada um, uma semi-circunferência pela sua curvatura.

    Actualmente, os jogadores da selecção angolana de futebol são conhecidos como "os palancas negras"


    WELWITSCHIA

     welwWelwitschia é um género de plantas suculentas, consistindo numa única espécie, a famosa Welwitschia mirabilis, só encontrada no deserto ao sul de Angola. Esta espécie foi baptizada a partir do nome do Dr. Friedrich Welwitsch, que contribuiu para o conhecimento desta e de muitas outras plantas de Angola. Devido às suas características únicas, incluindo o seu lento crescimento, a Welwitschia é considerada uma espécie ameaçada e tornou-se um símbolo da cultura nacional pela sua resistência e longevidade..

    É uma planta rasteira, formada por um caule lenhoso que não cresce, uma enorme raiz aprumada e duas folhas apenas, provenientes dos cotilédones da semente. As folhas, em forma de fita larga, continuam a crescer durante toda a vida da planta, uma vez que possuem meristemas basais. Com o tempo, as folhas podem atingir mais de dois metros de comprimento e tornam-se esfarrapadas nas extremidades. É difícil avaliar a idade que estas plantas atingem, mas pensa-se que possam viver mais de 1.000 anos.

    A Welwitschia mirabilis é uma planta dióica, ou seja, os cones masculinos e femininos nascem em plantas diferentes. Tradicionalmente, esta espécie foi classificada como uma gimnospérmica (como os pinheiros e plantas semelhantes), mas actualmente é classificada como uma gnetófita, uma divisão das plantas verdes que produzem sementes (espermatófitas).

    Apesar do clima em que vive, a Welwitschia consegue absorver a água do orvalho, através das folhas. Esta espécie tem ainda uma característica fisiológica em comum com as crassuláceas (as plantas com folhas carnudas ou suculentas, como os cactos): o metabolismo ácido - durante o dia, as folhas mantêm os estomas fechados, para impedir a transpiração, mas à noite eles abrem-se, deixam entrar o dióxido de carbono necessário à fotossíntese e armazenam-no, na forma dos ácidos málico e isocítrico nos vacúolos das suas células; durante o dia, estes ácidos libertam o CO2 e convertem-no em glicose, através das reacções conhecidas como ciclo de Calvin.

     

     

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  • BANDEIRA NACIONAL

    flag

    A Bandeira de Angola é composta de duas faixas horizontais, nas quais estão dispostas duas cores. A faixa de cima é na cor vermelho-rubro e a de baixo na cor preta. 

    Vermelho-rubro - Essa cor representa o sangue vertido pelos angolanos nas lutas contra a opressão colonial, pela libertação nacional e pela defesa da pátria.
    Preta - Essa cor significa o Continente Africano.

    Ao centro, há uma figura composta:
    a) por parte de uma engrenagem (roda dentada) - que simboliza os trabalhadores e a produção industrial;
    b) por uma catana - a simbolizar os camponeses, a produção agricola e a luta armada;
    c) por uma estrela - que simboliza a solidariedade internacional e o progresso.
    A cor amarela da roda dentada, da catana e da estrela representa as riquezas do país.


    BRASÃO OFICIAL

    brasao

    O emblema da República de Angola é formado:

    a) por uma secção de uma engrenagem (roda dentada) que representa os trabalhadores e a produção industrial;
    b) por ramagens de milho, café e algodão que representam os camponeses e a produção agrícola.
    c) Na base do conjunto há um livro aberto, símbolo da educação e da cultura e a imagem do sol nascente, que significa o novo País.
    d) Ao centro, estão as figuras de uma catana e de uma enxada, que simbolizam o trabalho e o início da luta armada.
    e) No alto, a imagem de uma estrela, a simbolizar a solidariedade internacional e o progresso.
    f) Na parte inferior da insígnia, existe uma faixa dourada com a inscrição "República de Angola".

     


    The National Anthem

     

    Ó Pátria, nunca mais esqueceremos
    Os heróis do quatro de Fevereiro.
    Ó Pátria, nós saudamos os teus filhos
    Tombados pela nossa Independência.
    Honramos o passado, a nossa História,
    Construindo no trabalho o homem novo.
    Honramos o passado, a nossa História,
    Construindo no trabalho o homem novo

     

    Coro 

     

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    Angola, avante!
    Revolução, pelo Poder Popular!
    Pátria Unida, Liberdade,
    Um só povo, uma só Nação!

    Levantemos nossas vozes libertadas
    Para glória dos povos africanos.
    Marchemos, combatentes angolanos,
    Solidários com os povos oprimidos.
    Orgulhosos lutaremos pela paz,
    Com as forças progressistas do mundo.
    Orgulhosos lutaremos pela paz,
    Com as forças progressistas do mundo

    Angola, avante!
    Revolução, pelo Poder Popular!
    Pátria Unida, Liberdade,
    Um só povo, uma só Nação!

  • CONSTITUIÇÃO DE ANGOLA

    constitution da angola

    Nós, o Povo de Angola, através dos nossos lídimos representantes, Deputados da Nação livremente eleitos nas eleições parlamentares de Setembro de 2008;

     

    Cientes de que essas eleições se inserem na longa tradição de luta do povo angolano pela conquista da sua cidadania e independência, proclamada no dia 11 de Novembro de 1975, data em que entrou em vigor a primeira Lei Constitucional da história de Angola, corajosamente preservada graças aos sacrifícios colectivos para defender a soberania nacional e a integridade territorial do país;

     

    Tendo recebido, por via da referida escolha popular e por força do disposto no artigo 158.º da Lei Constitucional de 1992, o nobre e indeclinável mandato de proceder à elaboração e aprovação da Constituição da República de Angola;

     

    Cônscios da grande importância e magna valia de que se reveste a feitura e adopção da lei primeira e fundamental do Estado e da sociedade angolana

     

    Destacando que a Constituição da República de Angola se filia e enquadra directamente na já longa e persistente luta do povo angolano, primeiro, para resistir à ocupação colonizadora, depois para conquistar a independência e a dignidade de um Estado soberano e, mais tarde, para edificar, em Angola, um Estado democrático de direito e uma sociedade justa;

     

    Invocando a memória dos nossos antepassados e apelando à sabedoria das lições da nossa história comum, das nossas raízes seculares e das culturas que enriquecem a nossa unidade;

     

    Inspirados pelas melhores lições da tradição africana – substrato fundamental da cultura e da identidade angolanas;

     

    Revestidos de uma cultura de tolerância e profundamente comprometidos com a reconciliação, a igualdade, a justiça e o desenvolvimento;

     

    Decididos a construir uma sociedade fundada na equidade de oportunidades, no compromisso, na fraternidade e na unidade na diversidade;

    Determinados a edificar, todos juntos, uma sociedade justa e de progresso que respeita a vida, a igualdade, a diversidade e a dignidade das pessoas;

    Relembrando que a actual Constituição representa o culminar do processo de transição constitucional iniciado em 1991, com a aprovação, pela Assembleia do Povo, da Lei n.º 12/91, que consagrou a democracia multipartidária, as garantias dos direitos e liberdades fundamentais dos cidadãos e o sistema económico de mercado, mudanças aprofundadas, mais tarde, pela Lei de Revisão Constitucional n.º 23/92;

    Reafirmando o nosso comprometimento com os valores e princípios fundamentais da Independência, Soberania e Unidade do Estado democrático de direito, do pluralismo de expressão e de organização política, da separação e equilíbrio de poderes dos órgãos de soberania, do sistema económico de mercado e do respeito e garantia dos direitos e liberdades fundamentais do ser humano, que constituem as traves mestras que suportam e estruturam a presente Constituição;

    Conscientes de que uma Constituição como a presente é, pela partilha dos valores, princípios e normas nela plasmados, um importante factor de unidade nacional e uma forte alavanca para o desenvolvimento do Estado e da sociedade;

    Empenhando-nos, solenemente, no cumprimento estrito e no respeito pela presente Constituição e aspirando a que a mesma postura seja a matriz do comportamento dos cidadãos, das forças políticas e de toda a sociedade angolana;

    Assim, invocando e rendendo preito à memória de todos os heróis e de cada uma das angolanas e dos angolanos que perderam a vida na defesa da Pátria;

    Fiéis aos mais altos anseios do povo angolano de estabilidade, dignidade, liberdade, desenvolvimento e edificação de um país moderno, próspero, inclusivo, democrático e socialmente justo;

    Comprometidos com o legado para as futuras gerações e no exercício da nossa soberania;

    Aprovamos a presente Constituição como Lei Suprema e Fundamental da República de Angola

     

     

    click here To download the complete file of the Constitution of the Republic of Angola

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